Calibragem com nitrogênio

A calibragem com nitrogênio apresenta menor alteração de pressão e temperatura após longos percursos, podendo aumentar a vida útil do pneu.

Usando calibragem com nitrogênio, deve-se utilizar a mesma pressão recomendada para o ar comprimido. Pode-se misturar o nitrogênio com o ar comprimido, porém misturando os gases haverá perda de algumas vantagens físicas do nitrogênio. É recomendável que o usuário utilize um ou outro gás.

Pressão de ar

A pressão de ar é o fator que mais afeta o desempenho e a durabilidade dos pneus. A pressão de ar correta a ser utilizada deve ser a recomendada pelo fabricante do veículo, inserido no manual de proprietário e normalmente afixada em plaquetas colocadas na portinhola do tanque de combustível e/ou na coluna da porta do motorista.

Saiba como a pressão excessivamente baixa ou alta pode afetar diretamente o pneu e sua vida útil:

  • Pressão baixa: Pneu com baixa pressão tem sua área de contato com o solo alterado, provocando desgaste acelerado e irregular da banda de rodagem e dos “ombros”. Isso reduz sua durabilidade e aumenta o consumo de combustível. Outras consequências que podem advir da baixa pressão: superaquecimento, quebras e separações dos componentes estruturais do pneu.
  • Pressão alta: Também altera a área de contato do pneu com o solo, ocasionando desgaste acelerado no centro da banda de rodagem e reduzindo a durabilidade do pneu. Devido ao supertensionamento da carcaça, o pneu fica mais suscetível a cortes e impactos. Pressão alta reduz o conforto ao dirigir (carro vibra mais com irregularidades do solo).

Verificação da pressões:

  • As pressões de ar devem ser verificadas semanalmente ou, no máximo, a cada 15 dias.
  • Antes de empreender longas viagens, faça uma checagem das pressões. Se o seu veiculo for viajar carregado, você pode incrementar a pressão de ar de 2 a 4 libras/pol, desde que este aumento não ultrapasse a máxima recomendada, de acordo com o manual do proprietário.
  • É recomendado que seja efetuada checagem da pressão de ar com os pneus frios; dependendo do percurso percorrido e da velocidade a que foi submetido, o pneu demora entre 1 e 2 horas para esfriar.
  • Utilize a pressão de ar especificada pelo fabricante do veículo no manual do proprietário.
  • Por ocasião da checagem das pressões, examine as válvulas. Certifique-se de que não apresentam vazamentos. Verifique se todas estão com suas tampas respectivas. As tampas são acessórios extremamente úteis, pois evitam possíveis vazamentos de ar e a penetração de umidade e impurezas, que danificam o núcleo da válvula.
  • Não deixe de calibrar o estepe.

O alinhamento do veiculo engloba, convergências das rodas dianteiras e traseiras, ângulo de câmber e cáster das rodas dianteiras e traseiras, calibragem correta dos pneus, ângulo máximo de giro e outros fatores. Sabendo disto, nossa obrigação como profissionais, é saber qual o efeito de cada uma destas regulagens para explicar ao cliente.

É necessário conferir o alinhamento a cada 7.000km ou quando perceber que o veiculo não esta firme na pista ou até mesmo puxando.

O amortecedor é um componente do sistema de suspensão dos veículos. A estabilidade, conforto e segurança ficam diretamente comprometidos se os amortecedores não estiverem atuando corretamente. Isto é verificado pela dificuldade no controle do veículo em curvas, freadas, pulos descontrolados das rodas e desgaste prematuro ou irregular dos pneus e demais componentes da suspensão. Portanto, é importante a verificação periódica dos amortecedores, bem como dos demais componentes da suspensão, sempre que o veículo passar por uma revisão.

O amortecedor é um elemento de ligação entre a suspensão e a carroceria que controla os movimentos das molas fazendo com que o veículo mantenha a aderência ao solo.

O desgaste natural dos amortecedores, causado pelo uso, compromete a dirigibilidade do veículo e acelera o desgaste de outros componentes da suspensão. Assim, não corra riscos desnecessários. Segundo as fabricas, aconselha-se a troca dos amortecedores, preventivamente, antes de 40.000 quilômetros rodados, porém não haverá problemas caso a troca seja executada nos 70.000km.

O kit completo é um conjunto composto por coifa protetora da haste, batente de poliuretano que atua como auxiliar da mola na absorção dos impactos gerados na suspensão do veículo e coxim superior.

A coifa tem a função de proteger o selo e a haste do amortecedor que prejudicaria a sua durabilidade por ações agressivas de partículas sólidas (terra, poeira, pedra). Já o batente, quando montado na dianteira, tem a função de bloquear os impactos de fim de curso, que seriam provocados na suspensão sem este componente. Quando montado na traseira ele funciona como uma mola auxiliar no início do movimento da suspensão e como bloqueador no final de curso.

Os kits devem ser substituídos sempre que houver a troca dos amortecedores ou caso perceba que estejam danificados.

O liquido de arrefecimento bem como o aditivo em sua devida proporção são necessários não só para manter a temperatura do motor como também lubrificar e proteger a válvula termostática (peça fundamental para o perfeito funcionamento do motor).

A inspeção do sistema de arrefecimento deve ser feito a cada 30.000km e  durante a inspeção, deve-se avaliar o estado e funcionamento da válvula termostática, sensor de temperatura, radiador, ventoinha do radiador, reservatório de água e termo-interruptor.

 

 

O balanceamento das rodas nada mais é do que equilibrar a diferença de peso do conjunto pneumático (roda, pneu, válvula) utilizando chumbo.

Os sintomas de roda desbalanceada são caracterizados pela vibração, do veiculo e/ou direção. Neste caso, deve ser feito o serviço nas 4 rodas. Sempre que houver substituição de algum item do conjunto (pneu, roda ou válvula) deve ser feito o balanceamento.

Existem dois tipos de balanceamento: local e coluna. O balanceamento local é um serviço mais “fino”, pois leva em consideração o aperto das rodas, e demais resistência no conjunto, neste caso inclui-se também algumas partes da suspensão (rolamentos, por exemplo).

A bandeja, braço de suspensão oscilante, é um subconjunto do sistema de suspensão dos veículos. Em condições ideais, ela trabalha em harmonia com os demais componentes de suspensão, ligando a roda ao chassi do veículo e participa na estabilidade, conforto e segurança do sistema. Sua construção é formada por sua estrutura estampada, forjada ou fundida, buchas e pivô.

• Ligar a roda ao chassi do veículo (pivô liga roda, buchas ligam chassi).

• Determinar o alinhamento das rodas (seu tamanho, formato e posicionamento).

• Permitir movimentos verticais da suspensão (subir e descer).

• Suportar forças laterais (nas curvas).

• Limitar e controlar movimentos longitudinais das rodas (frenagens e arranques).

• Permitir que uma suspensão seja independente. (lado direito independe da esquerda bandeja como suporte móvel).

As molas controlam e determinam a altura do carro elasticamente e os amortecedores controlam a energia armazenada por estas. Desta forma, as bandejas têm como função controlar o posicionamento destes componentes na suspensão nas mais diversas situações, como o subir e descer (ex. passagem em lombadas), para frente e para trás (ex. arranques e frenagens), para dentro e para fora (ex. em curvas). Quando os componentes estão em conformidade, este controle da bandeja proporciona o máximo desempenho da suspensão, além de garantir o perfeito alinhamento de direção.

A bandeja, por ser o componente de suspensão mais próximo do solo, é a primeira a receber o choque de um impacto sofrido pela suspensão. Das diversas funções que possui no conjunto de suspensão, a principal é ligar as rodas ao chassi. Isso mostra que a bandeja está intimamente ligada com a segurança do veículo e de seus ocupantes. Alguns dos defeitos que ocorrem com a bandeja podem provocar o desligamento da suspensão, seguido do desligamento do sistema de direção com a possibilidade de perda de controle do veículo e o conseqüente risco de acidente.

Os defeitos de uma bandeja são: estrutura empenada, amassada, trincada ou fora de esquadro. Pivôs com folgas e/ou buchas com folga. Em razão dos grandes esforços que a peça é submetida, recomenda-se sua verificação periódica e, mesmo quando forem detectados apenas desgastes nas buchas, por segurança e prevenção, substituir a peça completa.

A principal função de uma bateria automotiva é fornecer energia elétrica ao motor de partida e ao sistema de ignição do veículo.  Alimentar todo o sistema elétrico do veículo quando o motor não estiver em funcionamento. Auxiliar o alternador, na alimentação de todo o sistema elétrico do veículo, por tempo determinado, se por algum motivo, o alternador não conseguir fornecer a totalidade da corrente elétrica. Por exemplo, em baixas rotações. Estabilizar a tensão do sistema elétrico como um todo.

A fixação deficiente prejudica a vida útil de uma bateria, pois as vibrações impostas são maiores do que o normal. O atrito da caixa da bateria com as superfícies de fixação provoca desgaste do material, ocasionando quebras ou vazamentos e também danos às placas no interior da bateria.

Uma bateria tende a apresentar a redução de sua capacidade com o passar do tempo. Essa redução é ocasionada por alterações em sua estrutura física ou química, que podem ser causadas pelo uso normal, ou por eventos que causam danos rápidos às baterias, como o curto-circuito, descargas excessivas (uma bateria automotiva deve ser descarregada até 20% de sua tensão nominal, no máximo), cargas fora das especificações, baixa concentração de ácido, entre outros. Os principais defeitos que surgem nos acumuladores de chumbo e causam queda no desempenho são os seguintes:

Acumuladores Atrasados
Todos os acumuladores de uma bateria devem trabalhar igualmente. Se um acumulador se descarrega mais rapidamente que os demais de uma mesma bateria, neste caso, a eficiência da bateria é determinada pelo acumulador atrasado.

Sulfatação das Placas
No processo de descarga de um acumulador se forma o sulfato de chumbo nas placas positivas e negativas. Este é um fenômeno natural da descarga. Durante a carga do acumulador, o sulfato se converte facilmente em matéria ativa. A sulfatação das placas está com defeito quando as placas descarregadas não se carregam mais quando passa uma corrente por elas.

Curto-Circuito interno
Os curtos-circuitos internos podem ocorrer por vários motivos: por deteriorização de um ou vários separadores entre as placas positivas e negativas; por sedimentação dos materiais no fundo dos recipientes ou por formação de acúmulo de material na face da placa de chumbo.

Corrosão da Grade das Placas Positivas
Durante a carga de um acumulador, o sulfato de chumbo formado do material da grade (um dos componentes da placa), se transforma em peróxido de chumbo. Este processo de formação reduz o tempo de vida do acumulador. A perda prematura da placa ocorre quando entre o peróxido de chumbo e a grade de chumbo existem grandes espaços cheios de eletrólito.

Crescimento e Dobramento das Placas Positivas
A inobservância das regras, fornecidas pelos fabricantes, para utilização, processo de carga e descarga, causa e mudança das dimensões das placas positivas bem como sua curvatura.

Perda do Material Ativo
Este fenômeno é uma das causas da prematura inutilidade da bateria. Consiste principalmente do desprendimento do peróxido de chumbo das grades em forma de finos cristais ou grãos, cujas dimensões alcançam até 0,1 micron.

Impurezas no eletrólito
A impurificação do eletrólito com agentes estranhos, principalmente sais metálicos e substância orgânicas, aumenta em grau considerável a corrosão das grades. As medidas para evitar este fenômeno são simples e se reduzem utilizando ácido sulfúrico puro, para acumuladores, e água destilada na preparação do eletrólito. Algumas impurezas são mais nocivas tais como o cloro (presente na água da torneira), o ferro e os óxidos de nitrogênio.

O catalisador é desenvolvido para trabalhar em sintonia com o sistema de alimentação de combustível dos automóveis, que em bom funcionamento são capazes de converter cerca de 98% dos gases poluentes e nocivos.

O catalisador também impulsionou a utilização da gasolina sem chumbo, pois este componente contaminaria o agente catalisador, podendo inutilizar e até entupir esta peça. Se o combustível utilizado no seu carro for de qualidade, o catalisador poderá ter o mesmo tempo de vida útil do próprio carro e dificilmente apresentará problemas de entupimentos parciais ou totais durante toda sua vida.

Usar um catalisador falso ou com defeito pode causar diversos problemas ao veículo, como a desregulagem do sistema de injeção eletrônica, alteração da contrapressão do sistema de escapamento, aumento do consumo de combustível e a perda do rendimento do motor.

Apesar da alta vida útil dos catalisadores, os defeitos mais comuns encontrados nesta peça são entupimento ou contaminação.
Mesmo quando há suspeita de entupimento do catalisador, não há como diagnosticar isso sem que a peça seja removida para observar o desempenho do motor sem o componente.

A manutenção perfeita das rodas colabora com maior conforto e segurança do veiculo sem contar que não prejudica precocemente desgastes na suspensão.

Sempre que for verificar o balanceamento, é importante avaliar o estado das rodas.

As rodas devem ser examinadas quando perceber alguma trepidação no veiculo, queda em buraco, batida em meio fio e outras situações que podem danificar a roda.

As rodas devem ser verificadas por inteiro, inclusive o local de instalação das válvulas.

Caso estejam com ferrugem ou com barro, devem ser bem lavadas antes de serem examinadas.

A maioria dos veiculo de hoje possuem correia sincronizadora (dentada) e outras correias. A principal função das correias é a ligação
e sincronização de diferentes componentes do motor. Para começar, vale saber para que serve a correia dentada em um motor.
Ela movimenta e sincroniza as válvulas em relação aos pistões. Se a correia se quebrar, as válvulas param, deixando de admitir o ar e o combustível e de eliminar os gases da combustão. Como elas param, os pistões se chocam com algumas delas, o que trava o motor.

Os novos motores utilizados nos veículos estão trabalhando com temperaturas cada vez mais elevadas, isto decorre da utilização de maiores taxas de compressão, bem como pelo processo de combustão cada vez mais otimizado. Isto resulta em um maior regime de giro e potência aumentando ainda mais a solicitação das correias. Por este motivo tanto as montadoras brasileiras quanto as estrangeiras utilizam somente correias em “HNBR”.

“HNBR” é um elastômero de última geração resistente ao calor, ozônio, lubrificantes e com extrema resistência à fadiga. Ainda que as correias em cloropreno possuam o mesmo numero de dentes, mesmo passo e mesma largura, ou seja, apresente montagem no conjunto, estas não devem ser aplicadas sob risco de quebra prematura caracterizado por aplicação incorreta.

O período de troca das correias dentadas varia de acordo com a montadora, porém por ser um item de baixo custo e altíssima importância, devemos orientar a troca a cada 60.000km em condições de uso normais ou a cada 40.000km em condições de uso severas.

Já as demais correias, devem ser examinas sempre que for fazer a manutenção da correia dentada.

Os motores a combustão são fonte geradora de vibração e barulho, que causam desconforto e reduzem a vida útil dos componentes envolvidos. Os coxins de motor são projetados individualmente para cada aplicação, de forma a absorver as
cargas e acelerações extremas dos motores, garantindo o máximo de conforto. Como resultado, melhora-se o conforto do usuário, o ruído é reduzido e a vida útil do veículo é ampliada.

Devemos ter muito cuidado ao examinar carros reclamando de barulho, pois muitas vezes, pela dificuldade de acesso aos coxins, os mecânicos não o examinam e o veiculo troca outros itens e continua com o defeito.

Este tipo de serviço é recomendado para todos os carros, pois este processo faz com que o veiculo retorne as especificações originais de emissão de poluentes, muitas vezes sem a necessidade da troca de peças do veiculo.

Este processo possui três etapas:
•    Limpeza de injetores;
•    Flushing do motor;
•    Limpeza do sistema de admissão;

O processo completo dura em torno de 2 a 3 horas de serviço, pois dependendo do nível de contaminação há necessidade de efetuar uma limpeza abrindo o cárter do veiculo.

O sistema de exaustão dos veiculo é composto normalmente por: coletor de exaustão, flexível, catalisador, intermediário, silencioso traseiro, juntas, gaxetas, abraçadeiras e coxins.

Cada item deste tem um papel importante em sua função que é basicamente: liberação eficiente dos gases, redução de ruído, auxilio na vida útil do motor e performance, controle e economia de combustível, redução da emissão de poluentes.

Sendo a emissão de gases provenientes dos veículos a maior fonte de poluição atmosférica, é muito importante que este sistema esteja sempre em ordem.

É recomendado um exame no sistema a cada 30.000km.

Os filtros servem para que cada componente que vem após o filtro seja protegido contra impurezas.

Devemos trocar os filtros, de preferência todos, a cada troca de óleo executada. A maioria dos veículos possuem 4 filtros, sendo eles:

Filtro de Óleo
É recomendado a troca do filtro de óleo, toda as vezes que se trocar o óleo do motor, pois os aditivos detergentes do lubrificante, contém as sujeiras que iriam se fixar no motor, porém as sujeiras maiores ficam retidas no filtro de óleo.
Para evitar que o ocorra o entupimento do filtro, o que ocasionaria sérios danos ao motor recomenda-se a troca do filtro a cada troca de óleo.

Filtro de Ar do Motor
O filtros de ar é fundamental porque o ar aspirado pelo motor contém partículas de poeira, umidade, poluentes entre outros.
Para garantir sempre a qualidade do ar que entra no motor e obter um melhor rendimento com maior proteção das partes móveis do seu interior, é necessário trocar o filtro de ar periodicamente, conforme recomenda o manual do veículo, em geral de cada 15 a 20 mil km.
Um filtro de ar em mau estado, aumenta o consumo de combustível.

Filtro de Combustível
Sua função é filtrar as substâncias que danificam os componentes do sistema de combustível, tais como a bomba injetora.
O rompimento do filtro pode provocar o entupimento ou desgaste prematuro, prejudicando o sistema de injeção eletrônica ou o carburador.
A verificação deste item em veículos carburados deve ser feita entre 8 e 15 mil km e para os veículos com injeção direta, entre 15 e 40 mil km, conforme a recomendação do fabricante.
Os filtros de gasolina e álcool dividem-se entre filtros para motores carburados e filtros para motores com injeção eletrônica.
Já os filtros para diesel são construídos com um papel especial, que evita a passagem de contaminantes. As partes de metal
devem ser tratadas contra oxidação causada pelo enxofre presente no diesel. Em alguns casos, possuem um reservatório
que separa a água do óleo diesel drenado. O filtro diesel pode ser de lã, de cartucho de papel ou do tipo blindado.

Filtro de Ar condicionado ou Filtro de cabine
A quantidade de partículas suspensas no ar que respiramos (poluição) é muito grande, principalmente quando estamos em um engarrafamento. O filtro de cabine serve para reter as partículas de poeira antes que elas entrem na cabine do veículo e depois em nossos pulmões. Ele precisa ser trocado periodicamente, pois perde eficiência quando fica saturado podendo, em casos extremos, bloquear quase totalmente a ventilação do carro.
É recomendado a troca deste filtro em um intervalo de 6 meses a 1 ano , dependendo muito das condições de uso do veiculo, ou seja se este veiculo circula em uma área de alta concentração de poluição ou poeira, como o trânsito das grandes cidades ou estradas de terra.

O sistema de ar condicionado está constantemente úmido, sendo um ambiente ideal para a proliferação de fungos e bactérias.
Carros que não possuem o filtro anti-pólen acabam acumulando em seu sistema resíduos sólidos, como folhas, poeira e até mesmo pequenos insetos. Por isto é extremamente importante fazer a higienização deste sistema e quando possível instalar e/ou substituir o filtro anti-pólen.

A freqüência de higienização e troca do filtro vai de acordo com o ambiente em que o veiculo roda (poluição, transito, terra…) e a freqüência com que funciona o sistema de ar condicionado. Porém estes prazos não podem ultrapassar em 15.000km para o filtro e 30.000km para a higienização.

Os pneus dos automóveis são um dos itens mais importantes do veiculo, pois é ele quem faz o escoamento de água, transfere a potência ao solo, adere o veiculo ao solo nas condições mais extremas, transfere o potencial de frenagem dos freios e muito mais.

Sabendo da importância deste item, é fundamental usar sempre pneus novos, de boa qualidade e de preferência os melhores no eixo traseiro, independente da tração do veiculo.

Os pneus têm a capacidade de transmitir a situação da suspensão e freios do veiculo, uma vez que um item esteja danificado, o pneu apresentará algum tipo incomum de desgastes, além também de nos informar como o usuário costuma calibrar os pneus.

Devem ser verificados a cada 5.000km.

A montagem dos pneus deve feita por profissionais e respeitando as especificações de cada pneu. Lembrando que há pneus com lado interno e externo de montagem, sentido de rotação e também pneus sem lado de montagem.

Antes da montagem, deve ser verificado o estado da roda, interna e externamente e também a condição das válvulas. É recomendado trocar as válvulas, sempre que trocar os pneus.

Para um bom assentamento dos talões, o pneu deve ser cheio até 50 psi no caso de pneus de passeio e até 70 psi para pneus de caminhonete.

O óleo motor é o responsável por manter os componentes do motor protegidos de quaisquer atritos, aumentando a durabilidade do sistema além de contribuir para o bom funcionamento do mesmo.

Prazo recomendado para a troca de óleo:

  • Óleos minerais devem ser trocados a cada 5.000 Km
  • Óleos semi-sintéticos devem ser trocados a cada 10.000 Km
  • Óleos sintéticos devem ser trocados a cada 10.000 Km.
  • Mesmo não atingindo a quilometragem mínima, o óleo deve ser trocado pelo menos a cada seis meses.

A quilometragem deve ser reduzido pela metade em caso de uso intenso do veículo (engarrafamentos e estrada de terra).

Utilize sempre o óleo com a viscosidade indicada pelo manual de usuário de seu veículo. A viscosidade do óleo lubrificante está sempre indicada no rótulo do produto. Ex. 5w30, 10w40, 20w50, entre outros.